Oi meninas! E o assunto maternidade ainda rende por aqui!Não consigo separar minha vida pessoal da do blog e quando vejo já tô dividindo tudo com vocês… mas espero que estejam gostando! Ser mãe é algo tão amplo, que te ocupa tanto e te traz tantas alegrias que eu não consigo seguir meu ritmo normal no blog, sem falar dela e compartilhar meus bons momentos com minhas leitoras. Bom, quando a Maria Isabela fez 1 mês a Paula Brum foi na minha casa fazer umas fotos dela comigo e as irmãs (a Maria Antônia estava na escola e acabou não participando) e achei que o resultado ficou lindo, do jeito que eu amo!A Paula é uma super profissional e capta todos os momentos de alegria durante as fotos. 
Espero poder fazer isso em todos os meses dela, é uma recordação linda né?

Fotos: Paula Brum


Beijos,
Oi meninas! Minha irmã Maria Bussade, recentemente ofereceu um chá de bebê na casa dela em SP para a Alice, filha da amiga dela Adriana, e eu achei tudo tão lindo que fiz algumas fotos para dividir com vocês (sei que amam tanto quanto eu esses posts de decór!). As imagens são de celular, por isso a qualidade não tá lá essas coisas, mas não queria perder a oportunidade de mostrar uma festa tão linda. Achei super delicado e chique! O bolo estava uma coisa de lindo e gostoso, as lembrancinhas fizeram o maior sucesso (eram caixas com um joguinho de porcelana) e os ursos de tricot muito fofos. Confiram e depois me falem se não estava tudo lindo e no maior capricho:

Muito lindo não é? Eu amei!Adoro mesas assim: bem cheias, floridas, com muitos doces e com peças de decoração.

Decoração e organização: Doce Acaso (arrasou!!) tem página deles no facebook, aqui
Bolo (lindo e delicioso) Renata McKay
Balas de coco Danielle Andrade (são maravilhosas!!As melhores de SP) Site aqui.

Beijos,

Eu não escreveria tão bem sobre o que senti ontem e o que penso sobre nossos jogadores e seleção, por isso, ao ler esse texto da Ruth Manus (Estadão) resolvi compartilhar com vocês, me identifiquei com cada linha que está aí.Respeito opiniões contrárias e essa é a minha:


“Meninos,(sim, meninos, porque quando uma seleção é eliminada na Copa do Mundo, não há mais homens no gramado. Há meninos. Com olhos vazios, sem rumo e sem qualquer indício de vergonha ou de pudor.)Escrevo só para agradecer.Agradecer porque vocês nos fizeram sentir o que há muito tempo não sentíamos.O nervosismo. A voz embargada. Tensão. Alegria. Nó na garganta. Dor de garganta. Explosão. Tristeza. Desilusão. Um turbilhão de sentimentos condensados em 4 semanas.
Agradeço porque vocês conseguiram mexer com muitas emoções que andavam paradas. Bandeiras na janela por amor a um país (e não apenas a uma seleção), acima de qualquer outra questão.
Porque vocês fizeram mais do que colocar corações para bater mais forte. Vocês colocaram corações absolutamente brasileiros para bater.
Agradeço porque a cada jogo que passava, me sentia mais parecida com os desconhecidos na rua. Mais próxima do meu país, da minha gente.
Agradeço porque o desfecho traumático não anula a alegria vivida.
E por saber que vocês vão ter que encarar aqueles brasileiros de momento, que até ontem tinham orgulho e hoje já acham que “isso é Brasil”.
Mas não se preocupem, para nós também é difícil suportá-los. Tamo junto.
E o fato é que a tristeza é geral: do campo, do banco de reservas, da arquibancada, do sofá da sala, do banco do bar, da sarjeta.
Mas, por favor, entendam, nós não estamos tristes com vocês, estamos tristes JUNTO com vocês.E tanto é assim que posso garantir que milhares de brasileiros queriam poder dar em vocês hoje o abraço que o David Luiz deu no James depois da eliminação da Colômbia.
Obrigada, meninos.
Obrigada por me lembrarem que eu nunca quis ser europeia. Alemã, holandesa, francesa, belga… Nem que me dessem um belo par de olhos claros.Que o que eu quero sempre é minha camisa amarela, minhas emoções escancaradas, quero o choro embriagado de hoje, esquizofrenicamente orgulhoso de ser quem somos até quando estamos apanhando como apanhamos.
Abracem seus pais. Seus filhos. Suas mulheres. Seus amigos.
Façam isso por nós, que queríamos abraçá-los talvez até mais do que iríamos querer se ganhássemos a Copa.
E continuem sendo assim, brasileiros, acima de tudo.
No cabelo enrolado, nas danças no vestiário, nos abraços verdadeiros, nos choros sofridos, na oração sincera e na certeza de que, bem ou mal, a gente segue em frente.
7 a 1? Dane-se.
Vocês me representam. E não é pela bola que jogam, é pelos caras que são.”
Texto: Ruth Manus- O Estadão
Beijos,