Meninas, nessa semana fiquei sabendo do curso de julho que a Aliança Francesa está organizando e fiquei morrendo de vontade de participar, muito provavelmente irei, já que julho é o mês de férias das minhas filhas e assim posso me dedicar mais aos estudos. Para adolescentes também é uma ótima oportunidade de preencher esse mês que geralmente é vago ou até mesmo para adultos que tem pressa de aprender esse idioma. #ficaadica

Achei a idéia da Aliança Francesa ótima e por isso quis dividir com vocês: um módulo que duraria 4 meses poderá ser feito em um só!E o melhor é que os cursos de julho terão 40% de desconto,imperdível né?Esse curso será oferecido nas unidades da Aliança Francesa em SP!
Se tem uma língua que eu admiro e morro de vontade de falar fluente é o francês!Quando viajo para a França gosto de ouvir as pessoas e por mais que eu não fale bem tento travar uma conversa, para aprender um pouco e também admirar toda a sonoridade e charme dessa língua. Amo também ver filmes em Francês, o último foi o premiado “Amour”, que apesar de triste (vocês viram?) é ótimo para treinar o idioma.
No site da Aliança Francesa tem os telefones de todas as unidades e informações!


Beijos,

Renata Gonçalves tem um blog novinho: Com que roupa eu não vou, escreve super bem, é inteligente e sensível às questões humanas e me mandou hoje por email esse texto que ela tinha acabado de colocar no ar!
Achei pontual, forte e necessário para os dias de hoje!Os grifos em algumas passagens são meus. Gostei tanto, que na mesma hora pedi para ela para eu publicar aqui no blog, para que vocês também pudessem ler.
Reflitam.

E se o mundo realmente acabasse depois de amanhã?

O que se vê até agora é principalmente uma avalanche de comentários, quase sempre bem-humorados, sobre o fim do mundo. Muito provavelmente, não há quem não tenha escutado, nas últimas semanas, alguma frase que não tenha terminado com a advertência “antes que o mundo acabe”. Desde tomar um açaí na esquina, antes que o mundo acabe, até fazer as pazes com alguém, antes que o mundo acabe, o tal desfecho, de algum modo, nos alerta para a urgência da vida. Apesar de para muitos a profecia do calendário maia não passar de mais um ótimo pretexto para reunir os amigos ao redor de uma mesa de bar, eu repito, e se o mundo realmente acabasse depois de amanhã?

Antes do possível retorno do campo magnético da Terra, da alteração no eixo de rotação do planeta e da tempestade solar, você se pôs a pensar no caminho percorrido até aqui? Se sim, e sem pretensões filosóficas, tampouco religiosas, a resposta angustia ou alivia, aprisiona ou liberta? Apesar do tempo escasso, do trânsito caótico, das notas vermelhas do filho na escola, dos shoppings entupidos e das segundas-feiras, a hipótese do fim do mundo não valeria uma reflexão?

O fim, ou a possibilidade dele, nos coloca diante de algo que faz suar frio: o limite da nossa existência. Em outro contexto, Bronnie Ware, uma enfermeira australiana especialista em doentes terminais, escreveu um livro sobre os cinco arrependimentos mais comuns das pessoas antes de morrer, como o próprio título “The Top Five Regrets of the Dying – A Life Transformed by the Dearly Departing” explica.

Segundo Bronnie em entrevista à BBC, a falta de coragem para fazer o que verdadeiramente era desejado, ao invés do que as pessoas esperavam que fosse feito, é o que encabeça a lista. O segundo colocado desse lamentável ranking representa um dos grandes vilões dos tempos atuais. Como lembra a música “Epitáfio”, dos Titãs, se pudessem voltar no tempo, os entrevistados teriam trabalhado menos. Em seguida, em terceiro e quarto lugares, respectivamente, queriam ter dito o que realmente sentiam, além de retomado o contato com os amigos. Por último, e tão aterrorizante quanto deve ser o fim do mundo, está a conclusão que completa a lista: queriam ter sido mais felizes.
Talvez essa lista possa funcionar como um pontapé para uma avaliação, que com seu consentimento pode vir a ser muito mais profunda e particular. Altruístas, materialistas ou espiritualistas – estamos todos (parece que sim, não é?) ligados pelo desejo comum de ser feliz. E, se parece tão óbvio, por que, então, em muitos casos, decretamos a felicidade somente para depois do nascimento do filho, do curso concluído na faculdade, da perda de peso, da mudança de emprego, da saúde restabelecida da mãe, da viagem para fora do país, do reconhecimento do chefe, da plástica para aparentar mais jovem, do divórcio, do encontro com o príncipe encantado…
Para o filósofo grego Aristóteles, todo homem teria uma finalidade, e esta estaria no próprio ato de buscá-la. Guimarães Rosa, de maneira brilhante, nos disse que “o real não está na saída nem na chegada: ele se dispõe para a gente é no meio da travessia”. Compreendendo isso, por que ainda pode ser tão doloroso aceitar e vivenciar a felicidade como parte de um processo contínuo, em vez de um acontecimento isolado – com data e hora para ser celebrada?
Bem menos inverossímil do que o fim do mundo é o nosso próprio fim. Dele nós sabemos irremediavelmente. Mais uma vez, recebemos dessa possibilidade, ainda que tão remota, o convite para a transformação. Afinal de contas, o que deve ser mais apocalíptico senão a infelicidade?

Renata Gonçalves

p.s eu não conheço a Renata pessoalmente, só online, e fico feliz quando encontro pessoas como ela, com tanto talento, dando sopa pela internet…..espero que vocês tenham gostado tanto quanto eu desse texto!

Beijos,
Mais um look que usei na trip de NY, quando os termômetros estavam marcando 8 graus.
Geralmente coloco uma blusa térmica (as minhas são da Loja de Inverno do RJ) e por cima um tricot e aí sim o casaco. Dessa forma fico bem e super protegida.
Eu amo looks com um só tom e vermelho para mim é um das cores mais lindas(funciona em loiras e morenas, bom né?) e para finalizar apostei no meu casaco de onça da Zara. 
Combinação que não tem erro:  onça+ vermelho!
Nos pés sapatilhas, porque sabia que meu dia seria tenso: muiiiita caminhada e comprinhas de Natal!
Quero saber se vocês aprovam!

Tricot Zara
Calça Banana Republic
Sapatilha e bolsa Chanel

Nesse dia fui ao MoMA e MET, dois museus que na minha opinião são imperdíveis em NY, inclusive para quem já conhece, porque sempre tem mostras temporárias maravilhosas!
MoMa com a obra “O Grito” de Edvard Munch.

Metropolitan Museum, lindo!
As obras de Matisse estão lá em exposição temporária, imperdível!

MoMA- 11 West 53 Street
MET (The Metropolitan Museum of Art)- 1000 Fifth Avenue at 82nd Street (no dia que fui tinha visita guiada em português com duração de 1hora. Acho excelente para fazer um apanhado geral do museu e conhecer a história das obras mais importantes, mas não sei se esse serviço é diário, vale se informar!) 

Beijos,