A Renata Gonçalves tem um blog novinho: Com que roupa eu não vou, escreve super bem, é inteligente e sensível às questões humanas e me mandou hoje por email esse texto que ela tinha acabado de colocar no ar!
Achei pontual, forte e necessário para os dias de hoje!Os grifos em algumas passagens são meus. Gostei tanto, que na mesma hora pedi para ela para eu publicar aqui no blog, para que vocês também pudessem ler.
Reflitam.

E se o mundo realmente acabasse depois de amanhã?

O que se vê até agora é principalmente uma avalanche de comentários, quase sempre bem-humorados, sobre o fim do mundo. Muito provavelmente, não há quem não tenha escutado, nas últimas semanas, alguma frase que não tenha terminado com a advertência “antes que o mundo acabe”. Desde tomar um açaí na esquina, antes que o mundo acabe, até fazer as pazes com alguém, antes que o mundo acabe, o tal desfecho, de algum modo, nos alerta para a urgência da vida. Apesar de para muitos a profecia do calendário maia não passar de mais um ótimo pretexto para reunir os amigos ao redor de uma mesa de bar, eu repito, e se o mundo realmente acabasse depois de amanhã?

Antes do possível retorno do campo magnético da Terra, da alteração no eixo de rotação do planeta e da tempestade solar, você se pôs a pensar no caminho percorrido até aqui? Se sim, e sem pretensões filosóficas, tampouco religiosas, a resposta angustia ou alivia, aprisiona ou liberta? Apesar do tempo escasso, do trânsito caótico, das notas vermelhas do filho na escola, dos shoppings entupidos e das segundas-feiras, a hipótese do fim do mundo não valeria uma reflexão?

O fim, ou a possibilidade dele, nos coloca diante de algo que faz suar frio: o limite da nossa existência. Em outro contexto, Bronnie Ware, uma enfermeira australiana especialista em doentes terminais, escreveu um livro sobre os cinco arrependimentos mais comuns das pessoas antes de morrer, como o próprio título “The Top Five Regrets of the Dying – A Life Transformed by the Dearly Departing” explica.

Segundo Bronnie em entrevista à BBC, a falta de coragem para fazer o que verdadeiramente era desejado, ao invés do que as pessoas esperavam que fosse feito, é o que encabeça a lista. O segundo colocado desse lamentável ranking representa um dos grandes vilões dos tempos atuais. Como lembra a música “Epitáfio”, dos Titãs, se pudessem voltar no tempo, os entrevistados teriam trabalhado menos. Em seguida, em terceiro e quarto lugares, respectivamente, queriam ter dito o que realmente sentiam, além de retomado o contato com os amigos. Por último, e tão aterrorizante quanto deve ser o fim do mundo, está a conclusão que completa a lista: queriam ter sido mais felizes.
Talvez essa lista possa funcionar como um pontapé para uma avaliação, que com seu consentimento pode vir a ser muito mais profunda e particular. Altruístas, materialistas ou espiritualistas – estamos todos (parece que sim, não é?) ligados pelo desejo comum de ser feliz. E, se parece tão óbvio, por que, então, em muitos casos, decretamos a felicidade somente para depois do nascimento do filho, do curso concluído na faculdade, da perda de peso, da mudança de emprego, da saúde restabelecida da mãe, da viagem para fora do país, do reconhecimento do chefe, da plástica para aparentar mais jovem, do divórcio, do encontro com o príncipe encantado…
Para o filósofo grego Aristóteles, todo homem teria uma finalidade, e esta estaria no próprio ato de buscá-la. Guimarães Rosa, de maneira brilhante, nos disse que “o real não está na saída nem na chegada: ele se dispõe para a gente é no meio da travessia”. Compreendendo isso, por que ainda pode ser tão doloroso aceitar e vivenciar a felicidade como parte de um processo contínuo, em vez de um acontecimento isolado – com data e hora para ser celebrada?
Bem menos inverossímil do que o fim do mundo é o nosso próprio fim. Dele nós sabemos irremediavelmente. Mais uma vez, recebemos dessa possibilidade, ainda que tão remota, o convite para a transformação. Afinal de contas, o que deve ser mais apocalíptico senão a infelicidade?

Renata Gonçalves

p.s eu não conheço a Renata pessoalmente, só online, e fico feliz quando encontro pessoas como ela, com tanto talento, dando sopa pela internet…..espero que vocês tenham gostado tanto quanto eu desse texto!

Beijos,
Oi meninas!
Quem me acompanha a algum tempo aqui no blog sabe que sou bem apaixonada por uma farmácia e quando viajo aproveito para visitar algumas delas e conhecer o que cada uma tem de melhor. Faço altas compras por lá!Minha mala volta pesada de tanta vitamina, protetor solar, produtinhos de cabelos e por aí vai….amo!
Em NY algumas farmácias são verdadeiras atrações turísticas (pelo menos para mim!) e eu não deixaria de visitar, seja pelo preço que é muito melhor que aqui no Brasil e também pela variedade incrível de produtos!Lá você acha de tudo!
A primeira que eu queria falar para vocês é também a mais batida e você nem precisa se preocupar em achar, ela pula na sua frente toda hora, tem em toda esquina, é a Duane reade.
São imensas, tem de tudo, ótimas para comprar as vitaminas, antioxidantes, esmaltes OPI (todas as cores possíveis!), renovar o estoque da farmácia de casa, enfim, sempre vale à pena dar uma entrada!
Tinha uma do lado do meu hotel e eu toda hora dava uma espiada…..

A Clyde’s é uma farmácia mais “chique”digamos assim, é também uma perfumaria.
A começar pelo local onde ela está, na Madison.
Eu ameiiiii essa farmácia!Tem tudo de cabelo que você pensar e das melhores marcas:Kérastase, Joico, Paul Mitchell, Moroccanoil, Fekkai……lista imensa!
A linha professional Dermablend, que é maravilhosa e é super difícil de ser encontrada tem lá!
Ótima para quem tem vitiligo, manchas, melasmas….tampa tudo!Lembram do vídeo do Zombie Boy???
Vale muito à pena dar uma passada para conhecer!
Tem também várias marcas francesas que não achamos em farmácias, fiquei surpresa de encontrar lá!Top!

Agora a minha preferida: Ricky’s ( a que eu fui era no Soho, mas tem vários endereços)
É a mais feia e com pior apresentação, mas é a mais completa de todas!
Tudo que eu não achava em nenhuma outra farmácia eu achei aqui.
Das escovas de cabelo da marca inglesa Manson Pearson até a esponja Beauty Blender (nunca achava!) e meu twister (tipo um babyliss) eu achei lá!Surtei!Se tivesse que escolher uma farmácia para visitar em NY seria essa com certeza!Conhecia a de Miami, mas achei a de NY melhor.
Tem todos os secadores do mundo, babyliss (inclusive os profissionais, já que é uma farmácia bem voltada para os cabeleireiros), todos os produtos de cabelo que você imaginar, esmaltes de várias linhas, vários acessórios para unhas, cabelos, adesivos para a pele (para prender a roupa)….nossa um sonho!
Quem for à NY, dê uma passada por lá!

Agora os endereços e sites:

Duane Reade (vários endereços)
Clyde’s 926 Madison Avenue
Ricky’s  a que eu fui no Soho é bem próxima de todo o burburinho do bairro:

590 Broadway (btwn Houston & Prince)

P.S. Tô preparando o post com todas as minhas comprinhas por lá!

Beijos,
Oi meninas!
Fiquei devendo esse post sobre tops que uso(no lugar dos sutiãs) e são bem versáteis aqui no meu armário.
Sabe quando você coloca uma camisa de seda branca e tudo fica horrível por baixo (marcando ou transparente)? Ou quando queremos usar uma camiseta de alça fininha e a alça do sutiã fica aparecendo (um horror)? Ou quando a camisa tem um mega decote atrás e você não sabe o que vai fazer (tenso!)?
É sobre isso que vou falar hoje, como eu consigo me virar quando esses problemas aparecem.
A primeira dica são os tops da Daslu, sou viciada neles porque são os mais básicos e melhores que existem!Não marcam nada (na camisa de seda somem), quem tem muito busto vai amar porque eles seguram muito (dão àquela sustentação), fora que são super confortáveis, você nem lembra que tá usando. 
Fui procurar o link deles para colocar aqui para vocês, mas só achei a versão com bojo e o meu não tem bojo. Eles custam (se não me engano) R$ 98,00 e fazem parte da linha giorno.
Tenho de todas as cores de tanto que gosto (preto, bege e marinho), podem confiar!
O da Daslu na foto é o bege!
O outro vício meu são esses tops com estampas que uso por baixo de camisas e camisetas, quando não dá para esconder mesmo a alça, aliás, eu curto muito fazer a sobreposição da camiseta com o top.Por baixo de camisas transparentes também ficam lindos.
Ele não parece nada com sutiã e por isso não vejo problema em aparecer na roupa.
Tenho duas estampas que são as da foto acima, amo!!
Ah!Com as minhas camisas com decote nas costas iguais ao formato do top, uso sempre ele. 
Ele segura muito o busto e deixa um desenho lindo.
Esses eu compro da Flavia Barbosa (SP) e os contatos dela são esses aqui:
pedidos por e-mail:flapico@uol.com.br ou celular:11-9-8181-1717 entrega em todo Brasil, o preço é R$95,00.
Esses são outros modelos que pedi para ela me enviar para mostrar para vocês:

Bom, é isso meninas!
Para mim dá super certo esses tops, vários looks que postei aqui no blog estou usando eles.
Espero que curtam a dica!

Beijos,