Meninas, nada pior nesse calor que anda fazendo, que ficarmos com o rosto brilhando quando passamos a maquiagem (ou até mesmo sem maquiagem já brilha, não é mesmo?). Comigo acontece direto, já tenho pele oleosa e quando junta com essa temperatura amena do Brasil (só que não!!) é àquele combo explosivo!
Acabamos passando mais pó por cima para assentar o suor e tirar o brilho, o que só piora as coisas, porque a maquiagem vai ficando cada vez mais pesada e carregada…um caos!
Por isso, nessa viagem que fiz à NY, pesquisei bastante e resolvi que iria comprar tudo que pudesse para me dar uma ajudada agora no verão e para o resto da vida, assim espero! Rosto brilhando nunca mais!
Anotem as minhas dicas aí!
O Oil Control Lotion da MAC, é para ser usado antes do make!Achei a textura muito boa, seca na pele e controlou bastante a oleosidade.

Os lencinhos absorventes – Oil Absorbing Sheets– são excelentes, têm de várias marcas e são ótimos para termos nas nossas bolsas, principalmente em dias de festas e casamentos, quando queremos ficar impecáveis e o make insiste em desabar.

Ele retira o brilho do rosto sem tirar a maquiagem.Ótimo!

Agora na praia ou piscina, para quem fica incomodado com a pele brilhando, é também uma ótima solução.

Olha as globais só no lencinho em dia de mega calor no RJ…….

O Prep+Prime Transparent Finishing Powder Pressed (esse pó branco) também da uma segurada na maquiagem e controla a oleosidade. A cor é única, serve para todas as peles e eu estou usando o meu direto! É mega prático.

Uso como finalizador, depois de tudo pronto, passo com um pincel bem gordo e sempre retiro o excesso antes de encostar no rosto.

Para retoques numa festa é ótimo, porque ele não interfere na cor da maquiagem e é super fininho.

Tem que ter muita cerimônia para usar, para não correr o risco de ficar assim, ó:

Viram que as estrelas amam ele, né?? O único problema é quando exageram….
E minha última comprinha, o quarto ítem e o que eu mais queria, porque só ouço falar bem e sou apaixonada pela marca é o De Slick da Urban Decay que também serve para controlar a oleosidade e segurar a make por muito mais tempo. Ele pode ser usado antes de fazer a maquiagem e depois quando ela está finalizada (aplicar de longe, 30 cm, para não molhar o rosto e espera secar!).
Todas as resenhas que vi dele ( a maioria gringa) falam muito bem e a marca tem uma reputação internacional maravilhosa (no Brasil ainda é tímida).
Tenho o primer de pálpebras e as sombras da UD e não existe nada melhor.Confio muito.
Bom meninas, é isso!
Se tiverem dúvidas me falem nos comentários e se alguém tiver dicas, por favor compartilhem!!
Todos esses produtos comprei na Sephora, com exceção dos lencinhos absorventes que em qualquer farmácia você acha e é super baratinho.

Beijos,

A Renata Gonçalves tem um blog novinho: Com que roupa eu não vou, escreve super bem, é inteligente e sensível às questões humanas e me mandou hoje por email esse texto que ela tinha acabado de colocar no ar!
Achei pontual, forte e necessário para os dias de hoje!Os grifos em algumas passagens são meus. Gostei tanto, que na mesma hora pedi para ela para eu publicar aqui no blog, para que vocês também pudessem ler.
Reflitam.

E se o mundo realmente acabasse depois de amanhã?

O que se vê até agora é principalmente uma avalanche de comentários, quase sempre bem-humorados, sobre o fim do mundo. Muito provavelmente, não há quem não tenha escutado, nas últimas semanas, alguma frase que não tenha terminado com a advertência “antes que o mundo acabe”. Desde tomar um açaí na esquina, antes que o mundo acabe, até fazer as pazes com alguém, antes que o mundo acabe, o tal desfecho, de algum modo, nos alerta para a urgência da vida. Apesar de para muitos a profecia do calendário maia não passar de mais um ótimo pretexto para reunir os amigos ao redor de uma mesa de bar, eu repito, e se o mundo realmente acabasse depois de amanhã?

Antes do possível retorno do campo magnético da Terra, da alteração no eixo de rotação do planeta e da tempestade solar, você se pôs a pensar no caminho percorrido até aqui? Se sim, e sem pretensões filosóficas, tampouco religiosas, a resposta angustia ou alivia, aprisiona ou liberta? Apesar do tempo escasso, do trânsito caótico, das notas vermelhas do filho na escola, dos shoppings entupidos e das segundas-feiras, a hipótese do fim do mundo não valeria uma reflexão?

O fim, ou a possibilidade dele, nos coloca diante de algo que faz suar frio: o limite da nossa existência. Em outro contexto, Bronnie Ware, uma enfermeira australiana especialista em doentes terminais, escreveu um livro sobre os cinco arrependimentos mais comuns das pessoas antes de morrer, como o próprio título “The Top Five Regrets of the Dying – A Life Transformed by the Dearly Departing” explica.

Segundo Bronnie em entrevista à BBC, a falta de coragem para fazer o que verdadeiramente era desejado, ao invés do que as pessoas esperavam que fosse feito, é o que encabeça a lista. O segundo colocado desse lamentável ranking representa um dos grandes vilões dos tempos atuais. Como lembra a música “Epitáfio”, dos Titãs, se pudessem voltar no tempo, os entrevistados teriam trabalhado menos. Em seguida, em terceiro e quarto lugares, respectivamente, queriam ter dito o que realmente sentiam, além de retomado o contato com os amigos. Por último, e tão aterrorizante quanto deve ser o fim do mundo, está a conclusão que completa a lista: queriam ter sido mais felizes.
Talvez essa lista possa funcionar como um pontapé para uma avaliação, que com seu consentimento pode vir a ser muito mais profunda e particular. Altruístas, materialistas ou espiritualistas – estamos todos (parece que sim, não é?) ligados pelo desejo comum de ser feliz. E, se parece tão óbvio, por que, então, em muitos casos, decretamos a felicidade somente para depois do nascimento do filho, do curso concluído na faculdade, da perda de peso, da mudança de emprego, da saúde restabelecida da mãe, da viagem para fora do país, do reconhecimento do chefe, da plástica para aparentar mais jovem, do divórcio, do encontro com o príncipe encantado…
Para o filósofo grego Aristóteles, todo homem teria uma finalidade, e esta estaria no próprio ato de buscá-la. Guimarães Rosa, de maneira brilhante, nos disse que “o real não está na saída nem na chegada: ele se dispõe para a gente é no meio da travessia”. Compreendendo isso, por que ainda pode ser tão doloroso aceitar e vivenciar a felicidade como parte de um processo contínuo, em vez de um acontecimento isolado – com data e hora para ser celebrada?
Bem menos inverossímil do que o fim do mundo é o nosso próprio fim. Dele nós sabemos irremediavelmente. Mais uma vez, recebemos dessa possibilidade, ainda que tão remota, o convite para a transformação. Afinal de contas, o que deve ser mais apocalíptico senão a infelicidade?

Renata Gonçalves

p.s eu não conheço a Renata pessoalmente, só online, e fico feliz quando encontro pessoas como ela, com tanto talento, dando sopa pela internet…..espero que vocês tenham gostado tanto quanto eu desse texto!

Beijos,
Oi meninas!
Quem me acompanha a algum tempo aqui no blog sabe que sou bem apaixonada por uma farmácia e quando viajo aproveito para visitar algumas delas e conhecer o que cada uma tem de melhor. Faço altas compras por lá!Minha mala volta pesada de tanta vitamina, protetor solar, produtinhos de cabelos e por aí vai….amo!
Em NY algumas farmácias são verdadeiras atrações turísticas (pelo menos para mim!) e eu não deixaria de visitar, seja pelo preço que é muito melhor que aqui no Brasil e também pela variedade incrível de produtos!Lá você acha de tudo!
A primeira que eu queria falar para vocês é também a mais batida e você nem precisa se preocupar em achar, ela pula na sua frente toda hora, tem em toda esquina, é a Duane reade.
São imensas, tem de tudo, ótimas para comprar as vitaminas, antioxidantes, esmaltes OPI (todas as cores possíveis!), renovar o estoque da farmácia de casa, enfim, sempre vale à pena dar uma entrada!
Tinha uma do lado do meu hotel e eu toda hora dava uma espiada…..

A Clyde’s é uma farmácia mais “chique”digamos assim, é também uma perfumaria.
A começar pelo local onde ela está, na Madison.
Eu ameiiiii essa farmácia!Tem tudo de cabelo que você pensar e das melhores marcas:Kérastase, Joico, Paul Mitchell, Moroccanoil, Fekkai……lista imensa!
A linha professional Dermablend, que é maravilhosa e é super difícil de ser encontrada tem lá!
Ótima para quem tem vitiligo, manchas, melasmas….tampa tudo!Lembram do vídeo do Zombie Boy???
Vale muito à pena dar uma passada para conhecer!
Tem também várias marcas francesas que não achamos em farmácias, fiquei surpresa de encontrar lá!Top!

Agora a minha preferida: Ricky’s ( a que eu fui era no Soho, mas tem vários endereços)
É a mais feia e com pior apresentação, mas é a mais completa de todas!
Tudo que eu não achava em nenhuma outra farmácia eu achei aqui.
Das escovas de cabelo da marca inglesa Manson Pearson até a esponja Beauty Blender (nunca achava!) e meu twister (tipo um babyliss) eu achei lá!Surtei!Se tivesse que escolher uma farmácia para visitar em NY seria essa com certeza!Conhecia a de Miami, mas achei a de NY melhor.
Tem todos os secadores do mundo, babyliss (inclusive os profissionais, já que é uma farmácia bem voltada para os cabeleireiros), todos os produtos de cabelo que você imaginar, esmaltes de várias linhas, vários acessórios para unhas, cabelos, adesivos para a pele (para prender a roupa)….nossa um sonho!
Quem for à NY, dê uma passada por lá!

Agora os endereços e sites:

Duane Reade (vários endereços)
Clyde’s 926 Madison Avenue
Ricky’s  a que eu fui no Soho é bem próxima de todo o burburinho do bairro:

590 Broadway (btwn Houston & Prince)

P.S. Tô preparando o post com todas as minhas comprinhas por lá!

Beijos,